O governo brasileiro condenou os atos violentos que culminaram com a tentativa de invasão ao parlamento do Suriname, ocorrida ontem (17) no país vizinho. Por meio de nota, o Ministério das Relações Exteriores pediu negociações pacíficas e informou que presta assistência a cidadãos brasileiros no país.
“O Brasil espera que prevaleça o diálogo, no marco do Estado Democrático de Direito, e manifesta o desejo de que o Suriname possa retornar a um quadro de calma o mais brevemente possível”, diz nota do Itamaraty.
O comunicado também destacou que a embaixada brasileira na capital Paramaribo acompanha a situação dos brasileiros residentes na cidade e trabalha, em parceria com as autoridades locais, para garantir a segurança e prestar assistência.
Ontem, cerca de 2 mil pessoas foram as ruas de Paramaribo protestar contra a alta do custo de vida no Suriname e acusar o governo de corrupção. No momento mais tenso, parte dos manifestantes tentou invadir o parlamento. O presidente do Suriname, Chan Santokhi, prometeu pedir a prisão dos responsáveis pela tentativa de tomada do prédio.
O Itamaraty divulgou o número do plantão consular para emergências com brasileiros no Suriname. Brasileiros afetados pelos protestos devem entrar em contato pelo telefone +597-718-0606.
Internacional Brasil e Benin estreitam relações diplomáticas
Internacional Reino Unido começa a cobrar por autorização de viagem para brasileiros
Internacional Meta rejeita soberania de países em ambiente digital, diz secretário
Internacional FAB entrega dados de caixas-pretas para agência do Cazaquistão
Internacional Governo brasileiro condena bombardeios em zona humanitária de Gaza
Internacional Convergências estão acima de divergências, diz embaixador sobre Brics Mín. 21° Máx. 32°
Mín. 22° Máx. 31°
ChuvaMín. 22° Máx. 26°
Chuva
Click de Minas EUA e Austrália suspendem trabalhos consulares
Para STF, Bolsonaro quis dividir ônus de efeitos da pandemia, mas sofreu invertida de Toffoli
Uber Eats lança envio de flores e compartilhamento do status do pedido
Com Piauiense parado durante a pandemia, MP discute segurança em estádios após volta do futebol 
