Mais 120 policiais penais e 45 agentes socioeducativos estaduais completam, nesta quarta-feira (22/9), o curso de Operador de Atendimento Pré-Hospitalar de Combate (APH) Marc 1. As aulas são ministradas no Centro de Treinamento da Diretoria Operacional da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Um dos principais objetivos da atual gestão da Sejusp é capacitar e treinar seus profissionais, para que eles saibam lidar com os mais diversos eventos de segurança.
Em agosto, 65 policiais penais e dez agentes socioeducativos concluíram o mesmo curso básico, o Marc 1, que contou com a presença de um dos maiores nomes da área, o médico e investigador da Polícia Civil do Paraná, Sérgio Maniglia, responsável pelo desenvolvimento das técnicas. Nesta ocasião, cinco policiais penais e um agente socioeducativo foram habilitados para se tornarem multiplicadores destes conhecimentos.
Um destes multiplicadores é o policial penal Diego Torres, que integra a equipe de instrutores do curso desta semana. Além de 13 anos de trabalho em unidades prisionais, ele ainda é graduado em Enfermagem.
Diego Torres enumera as três técnicas mais aplicadas no APH de Combate: torniquete, preenchimento de feridas e selo de tórax - um curativo adesivo usado para tratar de ferimentos abertos no peito. “O curso faz parte de um universo amplo das técnicas gerais de atendimento pré-hospitalar. Todos os protocolos são passíveis de aplicação, tanto no sistema prisional quanto no socioeducativo”, explica.
Formação
Os alunos deste mês são lotados nas 1ª, 2ª, 3ª e 19ª Regiões Integradas de Segurança Pública (Risps) em Minas Gerais. O curso começou na última segunda-feira (20/9), com 12 horas/aula. Dentre as várias disciplinas destacam-se Anatomia, Vias Aéreas, Hemorragias e Balística.
A agente socioeducativa do Centro de Internação Provisória (Ceip) de Sete Lagoas, Ivanilda Fonseca, chama a atenção para a obrigação de zelar pela segurança e integridade dos adolescentes. “Em situações de brigas entre os jovens, com eventuais feridos, as técnicas aprendidas são muito úteis”, diz.
Marc 1
O nível básico da formação, intitulado Marc 1, pode ser traduzido da seguinte maneira: M, de hemorragia massiva; A, de ar, e de manter as vias aéreas funcionando; R, de respiração, para prevenir o pneumotórax hipertensivo; e C, de calor, prevenir e tratar a hipotermia. Os conhecimentos auxiliam os operadores da segurança pública a manter vivos colegas, detentos e jovens do socioeducativo atingidos em situações de conflito, até a chegada em um hospital de emergência.
A referência acadêmica na capacitação desta semana é o investigador Cleiton Alves, lotado na Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil de Minas Gerais, pós-graduado pela Polícia Civil do Paraná em APH de Combate. “Esse curso reúne técnicas simples e de grande eficiência”, ressalta.
O corpo docente desta segunda qualificação profissional conta com oito multiplicadores, seis policiais civis do Core e seis policiais penais.
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