As Micro e Pequenas Empresas (MPEs) foram responsáveis por 68,7% do saldo de novos empregos em Minas Gerais até novembro de 2024, representando 142.653 novas oportunidades de trabalho para os mineiros.
No acumulado do ano, as MPEs do setor de serviços foram as que apresentaram melhor desempenho com saldo de 71.625 novas vagas de trabalho. Em seguida, os setores de comércio (25.380), da indústria de transformação (22.346) e de construção civil (17.749) também se destacaram.
Minas Gerais se mantém como o segundo estado do país com maior saldo de empregos gerados por MPEs, ficando atrás somente de São Paulo, que gerou 380.365 novos postos de trabalho até novembro de 2024. No entanto, no estado paulista a participação dos pequenos negócios na geração de empregos é menor que em Minas (58,7%).
Somente no décimo primeiro mês do ano passado, as MPEs foram responsáveis pelo saldo de 2.054 empregos criados no estado, enquanto as médias e grandes empresas (MGEs) fecharam com saldo negativo (-944).
O levantamento foi feito a partir da plataforma Inteligência do Sebrae Minas, que tem como base o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais , Fernando Passalio, o resultado reflete o compromisso do Governo de Minas para um ambiente de negócios favorável ao empreendedorismo no estado.
“O atual lugar de destaque ocupado pelas micro e pequenas empresas mineiras na geração de empregos é resultado das ações realizadas no Estado desde 2019, que garantem um cenário menos burocrático e mais encorajador para se empreender em Minas”, afirma Passalio.

Desempenho por setor
Durante o mês de novembro, as MPEs do setor de comércio se destacaram, com a geração de 5.777 novas vagas. Desta vez, os pequenos negócios de serviços ocuparam a segunda posição (3.060).
Já as MPEs do setor de construção civil fecharam o penúltimo mês do ano com saldo negativo (-3.724). O cenário não foi diferente para os pequenos negócios de agropecuária (-2.808), indústria de transformação (-153) e extrativa mineral (-98).
“No setor de construção civil, o cenário segue incerto por conta dos juros elevados. Isso também contribui para a baixa contratação no setor. Já no setor agropecuário vários são os fatores, como a sazonalidade do período entre safras e as condições climáticas, como a seca prolongada que passamos”, explica a analista do Sebrae Minas, Bárbara Castro.
Ainda segundo a analista, o protagonismo assumido pelas MPEs do setor de comércio se deve às contratações temporárias com as compras de final de ano, especialmente por conta de eventos como a Black Friday e o Natal.
Região Central segue liderando
No acumulado do ano, as MPEs da região Central responderam por 53.460 novas vagas de emprego no estado, seguidas dos pequenos negócios do Triângulo Mineiro (16.232) e do Sul de Minas (16.093).
Durante o mês de novembro, os pequenos negócios da região Central também lideraram, com 1.158 mil novos postos de trabalho em Minas, seguidos das MPEs do Jequitinhonha e Mucuri (765) e do Norte (596).
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